Ginjal e Lisboa
Mostrar mensagens com a etiqueta Carlos do Carmo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Carlos do Carmo. Mostrar todas as mensagens
23 janeiro, 2013
13 janeiro, 2011
Cantigas do Maio por Carlos do Carmo e Bernardo Sassetti
Uma canção intemporal (do Zeca), um intérprete de qualidade (Carlos do Carmo), um músico que transmite uma vida vibrante quando as suas mão pousam no piano, seja para tocar jazz, clássica, ou música ligeira (Bernardo Sassetti).
Um bom CD, uma boa música esta.
Um bom CD, uma boa música esta.
Eu fui ver a minha amada
Lá p'rós baixos dum jardim
Dei-lhe uma rosa encarnada
Para se lembrar de mim
Eu fui ver o meu benzinho
Lá p'rós lados dum passal
Dei-lhe o meu lenço de linho
Que é do mais fino bragal
Minha mãe quando eu morrer
Ai chore por quem muito amargou
Para então dizer ao mundo
Ai Deus mo deu Ai Deus mo levou
Eu fui ver uma donzela
Numa barquinha a dormir
Dei-lhe uma colcha de seda
Para nela se cobrir
Eu fui ver uma solteira
Numa salinha a fiar
Dei-lhe uma rosa vermelha
Para de mim se encantar
Minha mãe quando eu morrer
Ai chore por quem muito amargou
Para então dizer ao mundo
Ai Deus mo deu Ai Deus mo levou
Eu fui ver a minha amada
Lá nos campos eu fui ver
Dei-lhe uma rosa encarnada
Para de mim se prender
Verdes prados, verdes campos
Onde está minha paixão
As andorinhas não param
Umas voltam outras não
Minha mãe quando eu morrer
Ai chore por quem muito amargou
Para então dizer ao mundo
Ai Deus mo deu Ai Deus mo levou
(Letra de Cantigas de Maio, de José Afonso)
17 novembro, 2010
Mariza e Carlos do Carmo cantam 'Meu fado Meu' e 'Lisboa Menina e Moça' no Estádio da Luz
Dois nomes maiores da Música Portuguesa num magnífico dueto.
Subscrever:
Mensagens (Atom)