Ginjal e Lisboa

Ginjal e Lisboa

20 janeiro, 2011

Quantas vezes te digo que és para mim o meu homem amado?

Tão bom ouvir-te, saber que em ti ecoam as minhas palavras, saber que, para ti, existo como no dia em que, no espelho, os dois fomos um.
Não preciso de te dizer, pois não?, que para mim és o meu homem amado. Guardo os teus beijos comigo.

For ever.

(Casal de namorados em Cacilhas, à noite, bem pertinho do Tejo)

Quantas vezes te digo
quantas vezes...
que és para mim
o meu homem amado?

O que chega primeiro
e só parte por vezes
antes de eu perceber
que já tinhas voltado

Quantas vezes te digo
quantas vezes...
que és para mim
o meu homem amado?

Aquele que me beija
e me possui
me toma e me deixa
ficando a meu lado

Quantas vezes te digo
quantas vezes...
que és para mim
o meu homem amado?

Que sempre me enlouquece
e só aí percebo
como estava perdida
sem te ter encontrado


(Referência de Maria Teresa Horta)

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