Às vezes penso em ti e para tão perto de mim te chamo que te sinto, como se estivesses aqui, ao pé de mim, quase sinto o teu afago.
E o teu nome: eu não sabia dizê-lo, lembras-te? E então dizia meu menino, meu amor.
Alguém mais te chama como eu te chamava, alguém mais te olha como eu te olhava?
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Em Cacilhas, às portas do Ginjal, alguém deixou calças, tshirt e camisa - vá lá saber-se porquê. |
Por um sopro na cinza
onde o fogo, de tão breve, fora frio,
sabemos que estiveste aqui:
um afago vazio
demasiado em ti,
só no verde que a teu nunca levou.
Como o teu nome.
- Quem mais te chamou?
(François, de José Bento in Sítios)
vou dar uma "cacholada" ao rio, soube-lhe tão bem que atravessou o rio...
ResponderEliminare depois faltaram-lhe forças para o regresso.
é o atira-te ao rio na versão popular.
ResponderEliminar(come-se excelentemente no ponto final)